Palavras abraçam. Aproximam. Acolhem. Fazem do silêncio ponte, do coração tradução, da dor um caminho.

Renata Feldman faz das palavras matéria-prima. Seu trabalho é feito de escuta, acolhida, interação, escrita.

Seja no refúgio da psicologia clínica, nos livros publicados ou posts aqui do blog, palavra é preciosidade.

Entre, aconchegue-se e fique à vontade. É uma alegria dividir este espaço com você.

Flor decorativa

Pausa pra pensar na vida.

Vida com todas as letras, dores, amores, escolhas, emoções e imperfeições.

Vida cheia de encontros e desencontros, medo e coragem, partida e chegada.

A vida cabe num blog.

Luz, câmera, emoção.

Um cantinho especial do blog inspirado pelo cinema, teatro, literatura, arte. Posts que emocionam e fazem pensar.

Convite

Faça deste blog um espaço seu. Para rir, chorar, pensar, interagir.

Seus comentários são muito bem-vindos. Obrigada pela visita e volte sempre!

"Hoje eu `torço` assim"Filhos

"Hoje eu `torço` assim"

Ela é toda prosa, essa menina. Um pingo de gente e com uma personalidade suficientemente forte pra escolher a roupa que vai vestir. Se a mãe escolhe a blusa rosa, ela bate o pé que é a azul. Em pleno inverno cisma de pôr vestido de alcinha. Isso quando não inventa de ir ao shopping com a fantasia do Léo de Super Homem. A mãe, coitada, tem que contar até 30 e ter, além de paciência, muita psicologia. Essa é a Bella. E hoje, em plenas oitavas de final da Copa do Mundo, o Brasil inteiro torcendo p

28 de jun. de 2010Ler mais →
LetíciaFamília

Letícia

Lê, tícia, a poesia escrita na sua meninice. A leveza dos seus passos de dança. Mistura de pureza e esperança. Lê, tícia, os sonhos que sonhei pra você. A alegria que ganhei ao ver você nascer. A emoção de te carregar no colo e cantar para você dormir. Lê, tícia, a música que vem dos seus olhos. Ainda menina já é bailarina, princesa, fada sininho. Lê, tícia, a história de amor de uma madrinha encantada com a afilhada. Lê o meu amor, sempre. *Este post é dedicado à minha que

24 de jun. de 2010Ler mais →
Doce herançaFamília

Doce herança

Ontem me encontrei por acaso com a Cláudia, viúva do Gilson, primo querido do meu marido. Tão querido que eu resolvi adotar como primo também, sem pedir licença nem autorização. O Gilson era parecidíssimo com o Sidney Magal. Forte, grandão, despachado e descolado, tinha mania de carregar a gente no colo e jogar pro alto, sempre rindo pra vida. Pois um dia a vida aprontou uma com o Gilson. Câncer no estômago e esôfago, retirada imediata dos órgãos, prognóstico ruim de doer. O médico deu 6 meses

24 de jun. de 2010Ler mais →
Detalhes tão pequenosHomens

Detalhes tão pequenos

O domingo dele: – Acordar. – Ler o jornal. Todinho. Começando pela página de Esportes. – Levar o jornal pro banheiro. Terminar de ler. Sem pressa. – Banho demorado. – Partidinha de peteca com os amigos. – Chopinho pra comemorar a partida. – Feijoada com a família. – Sonequinha depois do almoço que ninguém é de ferro. – Futebol com o sogrão. – Amorzinho, vem cá… O domingo dela: – Levantar da cama. Preparar a mamadeira. – Fazer supermercado. – Brincar de esconde-esconde. – Escon

21 de jun. de 2010Ler mais →
Pedidovida

Pedido

Sua criança interior está pedindo riso, pipoca, sorvete e carrossel. Está pedindo calma, poesia, barcos de papel. Sua criança interior está chorando pelo pai que partiu tão cedo. Pela mãe que não borda mais. Pela infância que parou no tempo. Sua criança está pedindo colo, abraço, pastéis de vento. Está pedindo leite, cobertor, histórias pra dormir. Dá atenção pra criança que está aí chorando. Ela precisa do seu amor para crescer.

18 de jun. de 2010Ler mais →
Ponto finalvida

Ponto final

Naquela relação que não vai pra frente. Na ajudante desajudante. Na birra que passou do limite. No chefe que só dá trabalho. Na gula absurda. No medo de escuro. No tempo perdido. Na sensação de vazio. Na falta de exclamação. No excesso de reticências. ………………………………………………. Bota um ponto final. Fecha a porta e vem abrir janelas.

17 de jun. de 2010Ler mais →
O Léo não é sopa!Filhos

O Léo não é sopa!

Hoje o Léo almoçou na escola. Perguntinha básica da mãe um tanto quanto judia e comilona: – E aí, filho, o que você almoçou hoje? – Arroz, feijão, bife, farofa e salada. – Hum… Que delícia!… – Tinha sopa também. Mas só o Lucas quis. – Sopa? Por quê? – Porque algumas pessoas são estranhas… ……………………………………………………………….

16 de jun. de 2010Ler mais →
Nostalgia de gente grandeFilhos

Nostalgia de gente grande

– “Mãe, abre as pernas que eu tô voltando!” (…) Vai me dizer que você nunca quis voltar pro útero da sua mãe? Ficar lá quietinho, na paz, quentinho, aproveitando o banquete que passa pela placenta, respirando que nem peixe, dormindo e virando cambalhota. Nem, tem horas que o mundo fica muito complicado. Conta errada da TIM, TPM a mil por hora, infiltração no banheiro da vizinha, roupas manchadas pela empregada, meninos brigando feito cão e gato, alarme disparado, picuinhas, ceninhas, Sã

15 de jun. de 2010Ler mais →
Começa cedoFilhos

Começa cedo

Ontem fomos a uma festa de aniversário com um espaço super bacana para crianças. Além de tobogã, piscina de bolinhas, boliche e autorama, tinha um cantinho cheio de livros. Foi lá que “estacionei” com a Bella e me pus a folhear histórias de tubarão, golfinhos e caracóis. Mas o melhor da festa foi quando li pra ela a história de um lobinho bom. O livro começa instigando uma breve reflexão sobre o que é ser bom e o que é ser mau. Dando uma pequena pausa na leitura, perguntei para a pequ

13 de jun. de 2010Ler mais →
Corpos em preceAutoestima

Corpos em prece

Nunca imaginei que isso fosse coisa pra mim. Nunca achei que fosse ter fôlego ou disposição. Mas fato é que eu comecei a correr, inspirada e incentivada pelo amor da minha vida. Fiquei espiando ele virar maratonista, na maior torcida, virei motorista dele e do grande amigo Cepinha em pleno Rio de Janeiro, vibrei nas voltas da Pampulha e acabei contagiada por essa energia. Ipod na orelha, motor no pé e lá vou eu, movida por uma endorfina que também corre serelepe pelas veias. Sei que soa poé

8 de jun. de 2010Ler mais →
Ora bolas!Filhos

Ora bolas!

Na rotineira arte de ensinar os filhos a serem mais organizados, e pelejando com a bagunça diária do quarto do Léo, acabei inventando mais uma moda: as “bolinhas felizes e tristes”. Peguei uma folha de papel e dividi em duas colunas: uma do “Smile” e outra do “Smile” invertido, bem tristinho mesmo. Se passo pelo quarto do pimpolho e vejo alguma coisa fora do lugar – toalha molhada na cama, tênis jogado, brinquedos incrivelmente espalhados pelo chão -, desenho uma bolinha na coluna do sorris

2 de jun. de 2010Ler mais →
A vida depois dos filhosFilhos

A vida depois dos filhos

Depois que você tem filhos, tudo muda. Os filmes da locadora viram minissérie. O almoço esfria: suco derramado, briga com a beterraba, “quero fazer cocô” no exato momento em que você está levando à boca o rocambole de frango. As manhãs de domingo começam cedo, por volta das seis da manhã. As festinhas de aniversário viram programa de sábado à noite. Você se torna um especialista em miojo. Cria quase que dependência de babá e empregada. Chuta o balde ou os brinquedos espalhados. Desco

28 de mai. de 2010Ler mais →

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