
E por aí vai
Pôr do sol. Posto está. Sem volta, sem querer, sem mais. Foi mal. Indo. Rindo. Foi. Tchau. O dia. A cena. As horas. O tempo que não volta. Os momentos que ficam. Pra sempre. Solamente. Pode o amor se pôr? Por aí vai.
Palavras abraçam. Aproximam. Acolhem. Fazem do silêncio ponte, do coração tradução, da dor um caminho.
Renata Feldman faz das palavras matéria-prima. Seu trabalho é feito de escuta, acolhida, interação, escrita.
Seja no refúgio da psicologia clínica, nos livros publicados ou posts aqui do blog, palavra é preciosidade.
Entre, aconchegue-se e fique à vontade. É uma alegria dividir este espaço com você.
Pausa pra pensar na vida.
Vida com todas as letras, dores, amores, escolhas, emoções e imperfeições.
Vida cheia de encontros e desencontros, medo e coragem, partida e chegada.
A vida cabe num blog.
Um cantinho especial do blog inspirado pelo cinema, teatro, literatura, arte. Posts que emocionam e fazem pensar.
Faça deste blog um espaço seu. Para rir, chorar, pensar, interagir.
Seus comentários são muito bem-vindos. Obrigada pela visita e volte sempre!

Pôr do sol. Posto está. Sem volta, sem querer, sem mais. Foi mal. Indo. Rindo. Foi. Tchau. O dia. A cena. As horas. O tempo que não volta. Os momentos que ficam. Pra sempre. Solamente. Pode o amor se pôr? Por aí vai.
cinemaSobre o amor, a vida, a delicadeza da existência humana em seus recortes de dor e esperança. Sobre o trabalho, a família, as pontes que nos conectam e os abismos que nos lançam ao profundo vazio da solidão. “Sonhos de trem” é um filme que nos leva com ele. Sensível, tocante, poético. 5 indicações ao Oscar, entre elas de Melhor Filme e Fotografia. Fotografia do talentoso brasileiro @adolphoveloso , por quem já estou cruzando os dedos. Uma verdadeira obra-prima, presente do meu domingo na Netfl
recomeçosHá dois "Feliz Ano Novo" pra mim. Aquele que à meia-noite nos recebe com festa, vestido de fogos de artifício e os desejos mais bonitos; e aquele que se inicia quando a viagem termina. (Será que ela termina?) Dentro de mim ainda sou céu, estrada, ponte, frio, fronteira, dialeto, descoberta, alumbramento, companhia. A mala já foi desfeita, mas sou notificada por excesso de bagagem. Do coração. Sim, a paisagem muda. A chave de casa gira, as janelas deixam o ar entrar, a rotina nos recebe com um s
vida“Te amarei de janeiro a janeiro até o mundo acabar.” O mundo continua, graças. 2026 bate na porta e abre janelas para você amar, cultivar, cantar, curar, dançar, estudar, suar a camisa, viajar, meditar, sonhar, realizar, se encontrar. Escolha um verbo, faça seus pedidos, amém. Por aqui, o ano chega ao fim com essa promessa de amor cantada lindamente por Nando Reis e Roberta Campos. Em alto e bom som. Cantemos, pois. E você? Com que música se despede de 2025? O que fará de janeiro a janeiro?
vidaIncrível a doce alquimia da vida. O dom de transformar leite condensado em brigadeiro. Farinha de trigo em Challah. Espera prolongada em Beta hCG positivo. Colo em passos de dança. Semente em flor. Dia-a-dia em alegria. E assim a gente vai transformando picolé em palito premiado. Contos de fadas em "Friends", "Amor e gelato", "Gossip Girls". Escola em faculdade. Aconchego em saudade. Amor em história. História em continuidade. A gente vai virando a folhinha do calendário e percebendo que o tem
emoçãoQuerida Clarice, Já se passaram alguns dias do nosso encontro no teatro. Queria ter escrito já no dia seguinte, transbordando que estava de emoção, mas o correr desenfreado do tempo fez com que os rascunhos acabassem guardados em uma gaveta do coração. Ah, como chorei: ao te ver, te ouvir, te sentir. Como foi bom te ver viva, vivíssima, através da belíssima atuação de Beth Goulart (tão linda, tão parecida fisicamente com você, impressionante!). Atriz e escritora se fundiram, pessoa e personage
vidaAgosto foi embora e eu nem vi. Vivi. Muito, intensamente, cada segundo desse mês que geralmente se mostra - se sente - tão longo, tão grande, exageradamente demorado. Cadê? Passou, fui, ui, o tempo está mesmo voando. (Ou fui eu que não parei.) Agosto dos ventos uivantes, gelados. Das notícias ruins para quem acredita em superstição. (Ou no próprio desenrolar dos fatos, é fato...) E também das notícias boas, assim é a vida, gente querida andou nascendo e soprando velas por aqui. Viva! E teve na
cinemaSim, eu sei. Perdi o timing. Me perdi em meio à minha emoção, à minha ação. (Acho que fiquei paralisada, fora do ar, sem palavras.) Aí a vida veio passando, outros filmes também, e aqui estou: atrasada feito o coelho da Alice, "é tarde, é tarde, é tarde", mas aqui estou. Preciso ticar essa pendência. Check. Pode ser que você não leia, já tenha se saturado com o assunto, vou entender. Mas preciso escrever, a dívida é comigo mesma. E antes que você vá embora, te adianto um pequeno spoiler: o post
cinemaEu nunca gostei do Ney Matogrosso. Nem desgostei. Respeito sempre tive, vide meus olhos admirados de menina pousando sobre aquela figura excêntrica, dona de uma voz singular, chacoalhando o corpo no Programa do Chacrinha. Até que fui assistir "Homem com H" e saí do cinema querendo ligar pra ele: "-Oi, Ney, quer ser meu amigo? Vem almoçar comigo lá em casa, domingo, faço um churrasco pra você." Saí com o coração cheio, tomada de afeto por esse homem de 83 anos que faz shows até hoje (!) e que u
cinemaO filme acabou e as luzes não se acenderam. Providencial. Um longa como este não poderia mesmo terminar assim, num corte abrupto para a vida lá fora. Da penumbra veio um tempo, um respiro, uma ponte para gentilmente nos conduzir de volta. Aos poucos. Fiquei alguns minutos paralisada, apreciando cada nome que ia surgindo na tela escura. Em letras garrafais, F E R N A N D A M O N T E N E G R O iluminou tudo. Inspirado em uma história real, Vitória nos convida a olhar pra dentro e enxergar valor
cinemaConheci Bituca nas aulas de canto da escola. Eu devia ter uns 10 anos quando me encantei por “Maria Maria”, “Nos bailes da vida”, “Coração de Estudante”. Fui da sala do cinema para a sala de aula em alguns minutos. O tempo passou para mim e para ele. E com certeza para você também. Do menino que foi reprovado na aula de canto ao artista que emocionou o mundo com o seu talento, sua alma, sua voz, Milton Bituca Nascimento nos toca profundamente ao falar de existência; de um modo de existir, sonh
cinemaTenho que admitir. (Como se precisasse...) Sou apaixonada por cinema, e não é de hoje. Já escrevi vários posts aqui no blog sobre filmes incríveis que assisti e que instantaneamente fizeram minha mão coçar, quase uma urgência em escrever. Especialmente os enredos tocantes, emocionantes, que nos convidam a pensar e chorar. Simplesmente não resisto. Devo ter ficado paralisada com “Ainda estou aqui”, e aqui ainda estou – sem palavras. Não me chamo Renata se não escrever. Prometo. Como a fila an
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