Terapêutico
Supermercado. Escaldapé. Massagem. Cinema com pipoca. Conhecer novas paisagens. Dormir depois do almoço. Chocolate quente. Gavetas arrumadas, cada coisa no seu lugar. O que é terapêutico para você?
Supermercado. Escaldapé. Massagem. Cinema com pipoca. Conhecer novas paisagens. Dormir depois do almoço. Chocolate quente. Gavetas arrumadas, cada coisa no seu lugar. O que é terapêutico para você?
vidaEste sábado tive o prazer de assistir à peça “A alma imoral”, adaptada do livro de Nilton Bonder pela talentosa e premiada atriz Clarice Niskier. A peça é um presente, tanto pelo conteúdo quanto pela forma. Em um instigante monólogo, a atriz se desnuda e se cobre ao refletir sobre o bom e o correto, o apego e o desapego, a traição e a fidelidade. Inusitadamente, abre espaço para que a platéia peça que ela repita alguns trechos de sua fala. Reproduzo aqui, com as minhas palavras, um de seus pen
A convite do meu amigo Bê Sant´Anna (professor, publicitário, locutor e blogueiro, apaixonado pelas palavras faladas e escritas), abro aqui um espaço para falar do silêncio. Não do silêncio generosamente propiciado pela ioga, alunos interessados ou ruas vazias, mas o silêncio constrangedor – aquele que incomoda, agride, embaraça, machuca. Talvez você já tenha passado por alguma destas situações: ( ) Descer 15 andares de elevador na maior falta de graça, tendo que quebrar o gelo com o velho : “
vidaEste post foi “encomendado”pela minha querida amiga Vanice Guedes, às voltas com algumas reflexões sobre o apego. Convite: volte alguns anos no tempo e busque visualizar o momento do seu nascimento. Você não vai se lembrar, mas é certo que chorou quando saiu da barriga da sua mãe. O corte do cordão umbilical representou a pimeira grande separação da sua vida. De lá pra cá vieram outras perdas: a mamadeira, o bico, as fraldas, os dentes de leite. Provavelmente você também mudou de escola, de
Foi com alegria que ouvi hoje da minha massagista, especializada em leitura corporal, a seguinte frase: “Você tem uma criança bem viva aí dentro de você… Uma criança com os olhos brilhando, sorriso espontâneo, que parece querer dizer a toda hora: ´Oba!!!”. É assim que eu me sinto, apesar de já não ser mais a marreca (apelido carinhoso da querida vizinha Maria José) que batia na porta dessa mesma vizinha com um sorriso sapeca, sacola aberta e a pergunta cheia de graça e espontaneidade : “Oi! Tem
vidaSegunda-feira, 18 de maio, foi o Dia da Luta Antimanicomial. Vi na faculdade um cartaz que me chamou a atenção pela beleza do mote criado: “Sinto, logo existo.” Seja o sentimento falado, mudo, louco ou aprisionado, ele dá sentido a toda uma existência. Para pensar e arejar a alma: *Por que será que é tão difícil falar dos sentimentos? *Por que tanta gente prefere banalizar o que vem de dentro? *Por que imobilizar com camisa de força o que foi feito para fluir? *Por que passar tetra-chav
AmorNo final de semana assisti a um delicioso filme de Woody Allen, exibido recentemente nos cinemas: Vicky Cristina Barcelona. Por duas horas de riso e pipoca “visitei”, encantada, essa cidade maravilhosa que é Barcelona. Apaixonante, indescritível, absolutamente convidativa… O filme chama atenção pela forma como aborda o prazer. Não só o prazer que vem do desejo, da pele e da química perfeita, mas que também provoca novos pensamentos e instiga a mudança, seja ela escancarada ou apenas interio
vidaA cena é perfeita: mesa impecavelmente posta, crianças felizes diante do prato de cereais, mãe bem-humorada servindo o café, pai sorridente lendo o jornal, margarina derretendo no pão. Um perfeito mundo cor-de-rosa. Fora da TV, a vida ganha outras tonalidades. Muitas vezes as relações não deslizam tão fácil quanto a margarina no pão. Ao invés de trilha emotiva, silêncio fazendo barulho. Ao invés de sol, tempo fechado. Como às vezes é difícil digerir as diferenças e entender que a perfeição n
Como uma palavra tão pequena pode tomar tanto espaço na vida de algumas pessoas? Medo de amar, medo de errar, medo de sofrer e crescer. Medo de ficar sozinho, medo de ficar junto, medo de ter medo. Que bom que existe uma palavra maior: CORAGEM. Em letras garrafais, então, parece ainda maior que o medo. É isso aí. Como sabiamente dizia Guimarães Rosa, “o que a vida quer da gente é coragem”.
AmorEstou lendo “Comer, Rezar, Amar”, da norte-americana Elizabeth Gilbert. O livro é uma delícia, e logo no começo traz uma parte emocionante: quando a autora (protagonista de sua própria história) resolve fazer um “abaixo-assinado” pra Deus, implorando que tudo ficasse bem em relação ao seu divórcio (o marido não queria assinar de jeito nenhum…). E aí, arrumando umas gavetas, encontrei uma prece-poema que escrevi há quatro anos atrás. Independente do credo ou religião, acho que é sempre muit
Tive uma agradável manhã de sábado assistindo a uma palestra promovida pelo Grupo de Estudos Psicanalíticos de Minas Gerais, sobre a Obesidade. Entre os excelentes palestrantes presentes estava o médico, professor e amigo João Gabriel Marques da Fonseca. Interessante sua fala sobre um paradoxo que vivemos nesta era do “Homem Diet”: “a sociedade cria a obesidade e depois a rejeita.”
vidaHá alguns anos, uma propaganda da Lacta chamou minha atenção. Uma criança de aproximadamente dois anos, só de fralda, se lambuzava de chocolate. Na parte superior do outdoor, a frase: “Pequenos momentos de grande felicidade”. Como chocólatra assumida que sou, reconheço que a identificação foi imediata. Como apreciadora das palavras e da emoção, parabenizo o redator da campanha pela maneira sensível e inteligente que encontrou para vender chocolate. Até hoje levo essa frase comigo, e tenho u