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Artigos em vida

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Terapêutico

Supermercado. Escaldapé. Massagem. Cinema com pipoca. Conhecer novas paisagens. Dormir depois do almoço. Chocolate quente. Gavetas arrumadas, cada coisa no seu lugar. O que é terapêutico para você?

10 de jun. de 2009Ler mais →
Solidãovida

Solidão

Este sábado tive o prazer de assistir à peça “A alma imoral”, adaptada do livro de Nilton Bonder pela talentosa e premiada atriz Clarice Niskier. A peça é um presente, tanto pelo conteúdo quanto pela forma. Em um instigante monólogo, a atriz se desnuda e se cobre ao refletir sobre o bom e o correto, o apego e o desapego, a traição e a fidelidade. Inusitadamente, abre espaço para que a platéia peça que ela repita alguns trechos de sua fala. Reproduzo aqui, com as minhas palavras, um de seus pen

8 de jun. de 2009Ler mais →
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Silêncio Ensurdecedor

A convite do meu amigo Bê Sant´Anna (professor, publicitário, locutor e blogueiro, apaixonado pelas palavras faladas e escritas), abro aqui um espaço para falar do silêncio. Não do silêncio generosamente propiciado pela ioga, alunos interessados ou ruas vazias, mas o silêncio constrangedor – aquele que incomoda, agride, embaraça, machuca. Talvez você já tenha passado por alguma destas situações: ( ) Descer 15 andares de elevador na maior falta de graça, tendo que quebrar o gelo com o velho : “

5 de jun. de 2009Ler mais →
Cordão Umbilicalvida

Cordão Umbilical

Este post foi “encomendado”pela minha querida amiga Vanice Guedes, às voltas com algumas reflexões sobre o apego. Convite: volte alguns anos no tempo e busque visualizar o momento do seu nascimento. Você não vai se lembrar, mas é certo que chorou quando saiu da barriga da sua mãe. O corte do cordão umbilical representou a pimeira grande separação da sua vida. De lá pra cá vieram outras perdas: a mamadeira, o bico, as fraldas, os dentes de leite. Provavelmente você também mudou de escola, de

25 de mai. de 2009Ler mais →
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Danoninho

Foi com alegria que ouvi hoje da minha massagista, especializada em leitura corporal, a seguinte frase: “Você tem uma criança bem viva aí dentro de você… Uma criança com os olhos brilhando, sorriso espontâneo, que parece querer dizer a toda hora: ´Oba!!!”. É assim que eu me sinto, apesar de já não ser mais a marreca (apelido carinhoso da querida vizinha Maria José) que batia na porta dessa mesma vizinha com um sorriso sapeca, sacola aberta e a pergunta cheia de graça e espontaneidade : “Oi! Tem

22 de mai. de 2009Ler mais →
"Sinto, logo existo."vida

"Sinto, logo existo."

Segunda-feira, 18 de maio, foi o Dia da Luta Antimanicomial. Vi na faculdade um cartaz que me chamou a atenção pela beleza do mote criado: “Sinto, logo existo.” Seja o sentimento falado, mudo, louco ou aprisionado, ele dá sentido a toda uma existência. Para pensar e arejar a alma: *Por que será que é tão difícil falar dos sentimentos? *Por que tanta gente prefere banalizar o que vem de dentro? *Por que imobilizar com camisa de força o que foi feito para fluir? *Por que passar tetra-chav

20 de mai. de 2009Ler mais →
Muito prazerAmor

Muito prazer

No final de semana assisti a um delicioso filme de Woody Allen, exibido recentemente nos cinemas: Vicky Cristina Barcelona. Por duas horas de riso e pipoca “visitei”, encantada, essa cidade maravilhosa que é Barcelona. Apaixonante, indescritível, absolutamente convidativa… O filme chama atenção pela forma como aborda o prazer. Não só o prazer que vem do desejo, da pele e da química perfeita, mas que também provoca novos pensamentos e instiga a mudança, seja ela escancarada ou apenas interio

18 de mai. de 2009Ler mais →
A vida não é uma propaganda de margarinavida

A vida não é uma propaganda de margarina

A cena é perfeita: mesa impecavelmente posta, crianças felizes diante do prato de cereais, mãe bem-humorada servindo o café, pai sorridente lendo o jornal, margarina derretendo no pão. Um perfeito mundo cor-de-rosa. Fora da TV, a vida ganha outras tonalidades. Muitas vezes as relações não deslizam tão fácil quanto a margarina no pão. Ao invés de trilha emotiva, silêncio fazendo barulho. Ao invés de sol, tempo fechado. Como às vezes é difícil digerir as diferenças e entender que a perfeição n

11 de mai. de 2009Ler mais →
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Medo

Como uma palavra tão pequena pode tomar tanto espaço na vida de algumas pessoas? Medo de amar, medo de errar, medo de sofrer e crescer. Medo de ficar sozinho, medo de ficar junto, medo de ter medo. Que bom que existe uma palavra maior: CORAGEM. Em letras garrafais, então, parece ainda maior que o medo. É isso aí. Como sabiamente dizia Guimarães Rosa, “o que a vida quer da gente é coragem”.

29 de abr. de 2009Ler mais →
Livro de CabeceiraAmor

Livro de Cabeceira

Estou lendo “Comer, Rezar, Amar”, da norte-americana Elizabeth Gilbert. O livro é uma delícia, e logo no começo traz uma parte emocionante: quando a autora (protagonista de sua própria história) resolve fazer um “abaixo-assinado” pra Deus, implorando que tudo ficasse bem em relação ao seu divórcio (o marido não queria assinar de jeito nenhum…). E aí, arrumando umas gavetas, encontrei uma prece-poema que escrevi há quatro anos atrás. Independente do credo ou religião, acho que é sempre muit

27 de abr. de 2009Ler mais →
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"Homem Diet".

Tive uma agradável manhã de sábado assistindo a uma palestra promovida pelo Grupo de Estudos Psicanalíticos de Minas Gerais, sobre a Obesidade. Entre os excelentes palestrantes presentes estava o médico, professor e amigo João Gabriel Marques da Fonseca. Interessante sua fala sobre um paradoxo que vivemos nesta era do “Homem Diet”: “a sociedade cria a obesidade e depois a rejeita.”

25 de abr. de 2009Ler mais →
Pequenos momentos de grande felicidadevida

Pequenos momentos de grande felicidade

Há alguns anos, uma propaganda da Lacta chamou minha atenção. Uma criança de aproximadamente dois anos, só de fralda, se lambuzava de chocolate. Na parte superior do outdoor, a frase: “Pequenos momentos de grande felicidade”. Como chocólatra assumida que sou, reconheço que a identificação foi imediata. Como apreciadora das palavras e da emoção, parabenizo o redator da campanha pela maneira sensível e inteligente que encontrou para vender chocolate. Até hoje levo essa frase comigo, e tenho u

23 de abr. de 2009Ler mais →