TrabalhoRefúgio
Choro de chuva. Esperança de sol. Alegria de Refúgio. Meu novo livro, Refúgio, já começou a dar o ar da graça. O lançamento é em breve. Você, desde já, é meu convidado especial.
TrabalhoChoro de chuva. Esperança de sol. Alegria de Refúgio. Meu novo livro, Refúgio, já começou a dar o ar da graça. O lançamento é em breve. Você, desde já, é meu convidado especial.
vidaTem coisas que não têm a menor graça. Outras acabam tendo, mesmo sem ter que ter. Certo é que o riso é terapêutico, disso não há a menor dúvida. Desopila o fígado, faz bem pra pele, pra alma, pra tudo. Se bobear até emagrece, haja vista os abdominais que a gente faz quando se contorce de tanto rir. Já disse no post anterior que minha mãe, além de extremamente aberta para falar dos assuntos mais difíceis, é prática e objetiva, e gosta das coisas bem organizadas. Tudo no lugar certo, a tempo e
vidaCoisa esquisita essa história de morrer. Como se não bastasse o susto, o luto, o vazio, a indescritível dor da perda, ainda há os estranhos e doídos pormenores. (Ou seriam “pormaiores”?) De uns tempos pra cá, resolvi olhar para todos eles de frente. Haja coragem. Haja desembaraço para tocar em um assunto tão intocável. Prosa ruim, não havia título mais apropriado. Todo mundo vai morrer um dia, eu sei, mas é como se o tema não nos pertencesse. Planejamos viagens, casa na praia, festas de ani
FilhosJogo tenso do Galo. Enquanto a Bella brincava de reconhecer as palavras em um livro colorido, o pai esbravejava diante da TV: – Ô, Guilherme, pega essa bola! – Vai, Donizete, vai que é sua! – Isso, Ronaldinho, faz essa massa feliz! – Pai, você ainda não percebeu que eles não te escutam? Não adianta ficar gritando!… …………………………………………………….. Vôo BH-Brasília, compromisso de aniversário importante. Depois do tradicional par ou ímpar para ver quem ia ficar na janela, a Bella gasta um tempo a
FilhosDomingo à noite, “momento-reflexão”. À pergunta do pai sobre onde está Deus, as crianças respondem: – No céu!… A mãe acrescenta: – Deus está dentro do coração da gente… E uma Bella muito surpresa indaga: – Dentro da gente?! Mas Deus é grande!… …………………………
vidaQue bom que a vida tem lá suas compensações. Cobertor quentinho no inverno. Chocolate pra dor de cotovelo. Abraço de urso depois de matar um leão por dia. Ombro amigo quando o seu já esfarelou de carregar tanto peso. Peso pesado, quem é que nunca sentiu o lado hard da vida? Basta uma espiadinha pela fechadura da alma e lá está ela: agachada, abafada, presa, chorando. Cada um sabe o motivo, cada um sabe o tamanho da cruz que carrega. Problema todo mundo tem, não se mede nem compara. Mas tem uma
HomensRoda gigante. Bola de chiclete. Pipa colorindo o céu. Braços abertos na porta da escola. Cai, levanta. Amarra meu tênis? Esconde-esconde. Bolha de sabão. Festa junina. Adivinha o formato daquela nuvem? Língua de gato. Bala chita. Me leva no altar? Parei de fumar. Ombro, colo, abraço, riso. Quanto mais a gente cresce, mais cresce o amor que a gente sente. Tão presente, tão sempre, tão grande, tão pai.
FilhosColocando um pouco mais de farofa na panela, vai uma uma outra perolice que esqueci de contar no post anterior. Perolice jurídico-psicológica, logo você vai entender por quê. A Bella tem uma amiga muito querida, Maria Clara, uma fofurice só. Outro dia ela foi brincar lá em casa e não quis ir embora de jeito nenhum. A Vó Riza chegou para buscá-la e as duas trataram de se esconder rapidinho, uma debaixo da cama e outra atrás da cortina. Assim que foram descobertas, começou a choradeira mist
FilhosExperimente desligar a TV, tirar a gravata, vestir uma fantasia de princesa, levar a sério uma criança. Pronto. Sua “adulteza” já virou infância. De perolice em perolice o mundo vai ficando mais redondo, colorido, mais cheio de graça e encanto. – Mamãe, por que que dicionário chama dicionário? Devia se chamar livro da sabedoria. ……………………………………………………… – Mãe, eu já falei que não gosto de pimentão. – Ô, filha, pimentão é tão gostoso. E olha só como faz a farofa ficar mais bonita. – Eu ador
AmorEntão você nasceu. Eu ainda não era desse mundo, mas com certeza participei com emoção do seu “bota-fora”, já deixando um encontro marcado para anos depois. Cercado de anjos e estrelas você foi notícia linda numa noite de 23 de julho. Foi rapa do tacho numa família abençoada de quatro filhas, bênção ainda maior se viesse um menino. Veio. Você, cheio de luz e encantamento, posso apostar que chegou ao mundo com um riso gostoso, ao invés do tradicional choro. Seu nascimento fez tocar uma orquestr
FamíliaNão entendo muito de futebol. A única vez que fui ao campo foi para fazer um trabalho de antropologia da faculdade, com um bloquinho na mão, de costas pro jogo, observando o comportamento da torcida. Tenho em casa motivos de sobra para ser perita no assunto: um marido apaixonado pelo Galo, um filho que chora de emoção quando ele faz gol, uma filha que ficou “amiga” do Bernard. Meu avô, se visse isso, ia estribuchar: antes de se tornar médico pneumologista, antitabagista ao extremo, foi artil
vidaConheci Tia Vera na piscina. Paparicadeira feito ela só, virou logo tia do Léo, entusiasmada em ver o pequeno (na época com três anos) dar seus primeiros pulos e braçadas. Enquanto ele aprendia a nadar, a gente aprendia a ter mais qualidade de vida na aula de hidroginástica. Um perfeito “dois em um” para mães que querem cuidar dos filhos sem descuidar de si, driblando o relógio. Valeu a torcida, Tia Vera. Hoje o pequeno já não é mais tão pequeno, treina na equipe e se alegra com cada med