vidaLuto
Morte súbita. Morte lenta. Luto. Traição. Assombração. Luto. Despedida. Malas prontas. Luto. Perda do emprego. Casamento desfeito. Luto. Vida. Esperança. Mudança. Luta.
Palavras abraçam. Aproximam. Acolhem. Fazem do silêncio ponte, do coração tradução, da dor um caminho.
Renata Feldman faz das palavras matéria-prima. Seu trabalho é feito de escuta, acolhida, interação, escrita.
Seja no refúgio da psicologia clínica, nos livros publicados ou posts aqui do blog, palavra é preciosidade.
Entre, aconchegue-se e fique à vontade. É uma alegria dividir este espaço com você.
Pausa pra pensar na vida.
Vida com todas as letras, dores, amores, escolhas, emoções e imperfeições.
Vida cheia de encontros e desencontros, medo e coragem, partida e chegada.
A vida cabe num blog.
Um cantinho especial do blog inspirado pelo cinema, teatro, literatura, arte. Posts que emocionam e fazem pensar.
Faça deste blog um espaço seu. Para rir, chorar, pensar, interagir.
Seus comentários são muito bem-vindos. Obrigada pela visita e volte sempre!
vidaMorte súbita. Morte lenta. Luto. Traição. Assombração. Luto. Despedida. Malas prontas. Luto. Perda do emprego. Casamento desfeito. Luto. Vida. Esperança. Mudança. Luta.
vidaAcabo de voltar, toda feliz, de um encontro com o Grupo de Terceira Idade Bem Viver, do Olympico Clube. Uma vez por mês me reúno com estas pessoas tão vividas e cheias de vida para conversarmos sobre emoções, sentimentos, perdas, vivências, etc. Hoje o tema foi Felicidade. Essa palavrinha tão comum e almejada que está muito mais dentro da gente do que fora. Que reside muito mais na simplicidade do que na complicação. Que é chão e ao mesmo tempo céu, e tem uma capacidade enorme de nos fazer se
AmorQuando eu era adolescente, há algumas décadas atrás, esse negócio de “ficar” (que hoje já está ultrapassado, a moda agora é “pegar”) não me atraía muito. Eu sempre gostei do vínculo, do pedido de namoro, do cineminha domingo à tarde… Enquanto o namorado não aparecia, eu ficava me perguntando como ele iria aparecer. Em que circunstância ele iria chegar na minha vida: se numa sala de aula ou no barzinho, no ponto de ônibus ou no correio elegante da festa junina. Acabou sendo num concerto de pia
A queixa é comum: “Faço tudo pelo outro, acabo esquecendo de mim.” Esse outro pode ser o marido, o filho, o trabalho, pai, mãe, papagaio. A questão é que, quando você coloca o outro em primeiro lugar, você acaba ficando sem lugar. É muita doação, muita arrumação, um dispêndio danado de energia. Sabe aquela famosa fala da aeromoça? “Em caso de despressurização, máscaras de oxigênio cairão automáticamente. Puxe uma delas, coloque-a sobre o nariz e a boca e somente depois ajude quem estiver ao seu
Ontem dei uma palestra para um grupo de jovens da Igreja São João Evangelista, sobre o tema “Emoções, Sentimentos e Afetividade”. Em determinado momento, perguntei a cada um dos participantes “Qual foi a maior emoção da sua vida.” A maioria falou (e chorou) sobre a perda de um ente querido. É. Por mais que a morte seja algo dolorosamente certo, arranca pedaço da gente. Embaça a vista. Faz doer a alma. Paradoxalmente, o nascimento de um filho surgiu em segundo lugar como a maior emoção já vivi
vidaPra comer. Pra beber. Pra ir. Pra chegar. Pra ligar. Pra falar. A ansiedade produtiva move a gente. A improdutiva acelera, embola, atropela. Respire fundo. Conte até dez. Experimente trocar ansiedade por serenidade. Você está na idade.
AmorPara quem acredita em leitura corporal, anota aí: “voz rouca é vontade de namorar.” (…) É, o amor deixa mesmo a gente sem voz.
vidaEm tempos de gripe suína, aviária e humana, aí vai uma dica que funcionou muito comigo: chá de hortelã (com folhas fresquinhas, é claro) para descongestionar até a alma, e chá de hortelã com gengibre para dar aquela aliviada na garganta. Deixe ferver por alguns minutos, escolha a xícara mais bonita e aproveite o friozinho debaixo das cobertas!…
Família“Dentro de cada pessoa tem um cantinho escondido… Decorado de saudade….” Deliciosa essa música da Marisa Monte. E verdadeira também. Se você olhar pra dentro de você, também vai encontrar um cantinho escondido. Ou escancarado, talvez. Quem sabe arejado? Florido? Já sei: um cantinho trancado a sete chaves… Eu tenho um cantinho iluminado. Saudade de vó, sabe o que é isso? Vó que rima com xodó e pão-de-ló. Vó que é mãe com açúcar, abraço de urso, amor pra toda vida. Quando ela morreu, eu tinha
FilhosO Léo é louco pela Bella. Abraça, pega no colo, cuida, protege, quer fazer tudo com ela. Mas ontem, enquanto ele foi ao banheiro, a espuletinha jogou pelos ares o tabuleiro do seu jogo Lince com todas aquelas centenas de pecinhas coloridas. Sem perder a “classe”, muito calmo por sinal, chega o Léo com a pergunta que não quer calar: “O que é que a mini-coisinha, etezinha, monstrinha fez?” Metade de mim era vontade de rir. A outra metade deve ter demonstrado, de leve, uma “mini-repreensão” aos “
FamíliaSabe aqueles filmes que tocam fundo na alma da gente? Foi assim que “A Partida” me tocou. Singular, emocionante, imperdível. Não é à toa que ganhou o Oscar de melhor filme estrangeiro. Resumindo a ópera: um violoncelista se vê desempregado quando a orquestra em que atua é dissolvida, e acaba encontrando uma nova e insólita profissão: “acondicionador” de corpos em caixões, o que também envolve a árdua tarefa de lavar, maquiar e vestir aquele(a) que morreu. Você deve estar torcendo o nariz, se p
Evitando maiores crises de ciúmes, publico aqui também o meu carinho e orgulho pelos alunos do 4º período, igualmente cheios de empenho e boas idéias. Vocês vão longe!
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