vidaLinha do tempo
Sempre gostei de fazer aniversário. Sempre vi com bom grado e alegria a mudança de idade. Alguns números, de tão especiais e marcantes, recebi como se fossem flores: os 7 anos (orgulho de aprender a ler e escrever), os 14 (primeiro namorado), os 17 (não sei explicar por que, mas havia um brilho diferente naquela data), os 22 (a felicidade do casamento), os 24 (vestibular para psicologia: “passeeeeeeeeeei!!!”), os 28 (a emoção do primeiro filho), os 32 (“é uma menina!!!”), o hoje, o amanhã, o dep












