FilhosCoisas do gênero
Mais uma pequena “perolice” do Léo: – Mãe, eu queria ter um irmão. – Mas Léo, você já tem a Bella… – Não, mãe, eu queria um menino, pra me fazer companhia… – Mas… Já pensou? E se vier outra menina? – Aí eu tô ferrado!…
Palavras abraçam. Aproximam. Acolhem. Fazem do silêncio ponte, do coração tradução, da dor um caminho.
Renata Feldman faz das palavras matéria-prima. Seu trabalho é feito de escuta, acolhida, interação, escrita.
Seja no refúgio da psicologia clínica, nos livros publicados ou posts aqui do blog, palavra é preciosidade.
Entre, aconchegue-se e fique à vontade. É uma alegria dividir este espaço com você.
Pausa pra pensar na vida.
Vida com todas as letras, dores, amores, escolhas, emoções e imperfeições.
Vida cheia de encontros e desencontros, medo e coragem, partida e chegada.
A vida cabe num blog.
Um cantinho especial do blog inspirado pelo cinema, teatro, literatura, arte. Posts que emocionam e fazem pensar.
Faça deste blog um espaço seu. Para rir, chorar, pensar, interagir.
Seus comentários são muito bem-vindos. Obrigada pela visita e volte sempre!
FilhosMais uma pequena “perolice” do Léo: – Mãe, eu queria ter um irmão. – Mas Léo, você já tem a Bella… – Não, mãe, eu queria um menino, pra me fazer companhia… – Mas… Já pensou? E se vier outra menina? – Aí eu tô ferrado!…
FilhosEntão é Natal. Com toda a correria, o cansaço, o trânsito já radicalmente congestionado, as lojas pulando em cima de você para vender de tudo um muito, você encontra um tempinho para ir entrando no clima. Tira a árvore do armário, os enfeites das caixas, coloca aquele CD de músicas natalinas, vai montando a árvore, assentando os sentimentos no coração, pensando que afinal de contas há um sentido em tudo isso. (Pelo menos, deve haver.) Quando há crianças no meio, então, tudo fica ainda mais
vidaOntem fui assistir a uma peça do Grupo Galpão, estrelada pela minha querida amiga Cris. (A peça fica até amanhã no Galpão Cine Horto, ainda dá tempo de aproveitar.) Não vou estragar a surpresa, mas adianto que é uma peça cheinha de elementos para você pensar. Pensar no que você anda vivendo, desejando, querendo. Pensar inclusive no que você anda engolindo por aí. Pop Love tem Michael Jackson, Barbie, a babá da Barbie, uma empregada evangélica, uma arrumadeira peituda, uma cirurgiã plastific
vidaQuem me conhece sabe o quanto eu sou quitandeira. Adoro um café com biscoitinho, pão de queijo, bolo saindo do forno. Quando era pequena, minha mãe me pôs na aula de arte. Apesar de eu não levar o menor jeito pra coisa, achava tudo uma delícia, especialmente o lanchinho que era servido no meio da manhã: pão de queijo quentinho e Coca-Cola (uma garrafinha pra cada aluno). Pois um belo dia a professora veio perguntar qual atividade a gente mais gostava – se argila, pintura, colagem ou desenho. N
vidaAmo. Sinto. Penso. Choro. Vivo. Morro. Brinco. Corro. Sou coletânea de verbos, olhos, raízes, histórias. Sou sangue, suor. Palavra. Ação. Sou dúvida, resposta. Inverno. Emoção. Sou eu. Sou você. Sou música, lua. Estrada. Rua. Sou fruto de um amor colhido cedo. Sou bom dia. Vento. Alegria. Sou sol. Si bemol. Jardineira na janela. E você? Qual é a sua graça? Queira se apresentar.
FilhosQuem acompanha o blog sabe o quanto a Bella tá ligadíssima na turma da Mônica. Dorme grudada no Sansão, não sai da cabaninha e vive brincando que ela é a Mônica e eu sou a Magali. Pois ontem a baixinha quase me matou de vergonha. Espontaneidade de criança, fazer o quê? Você também já foi assim um dia. Fui buscá-la na escola e, quando atravessávamos a rua, subia uma moça – aham… – não muito magra e esguia. Sem titubear, a pequena apontou o dedo pra moça e exclamou: – Olha, mãe! Igual a M
vidaVinho ou cerveja? Pizza ou fetttuccine? Praia ou montanha? Casório ou bicicleta? Cinema ou teatro? Café ou chocolate? Paris ou Madrid? Picasso ou Monet? Voilà, só não vale tanto faz.
vidaTem gente que sente vergonha sem precisar sentir. Engasga na hora de falar em público, fica vermelho na hora de pedir um favor, não sai da toca para não correr o risco de se expor. Eu não deveria, mas estou sentindo muita vergonha do Brasil. Vergonha de um ENEM que falhou pela segunda vez. Vergonha de um projeto manchado pela incompetência, negligência, falta de estrutura. Eu já fui vestibulanda um dia. Duas vezes, aliás, em dois momentos diferentes. Eu sei o que é virar noite estudando, co
Família“Um anjo veio aqui, nos deu um beijo e voltou aos céus. Que Deus o abençoe, meu filho. Fique em paz.” Um grande amigo deixou hoje essa frase no twitter. Chorei de longe a dor da perda, o silêncio do luto, a tristeza de um ultrassom que não trouxe boas notícias. Chorei com ele ao telefone, transformando interurbano em abraço, enviando para sua esposa, querida amiga, todo o colo que eu poderia dar, mesmo em pensamento. Que maneira bonita de se despedir de um filho. De tomá-lo como anjo compre
vida“Fale-me do seu sonho”, te diria Freud. Qualquer que seja ele: uma cobra, um navio em alto mar, um casamento na Disney, uma mesa cheia de doces, uma loja inteira, uma festa de arromba, um amigo que já morreu. Viva o seu sonho, eu te diria. Qualquer que seja ele: Paris, Grécia, São Paulo. Medicina, moda, gastronomia. Namorado, marido, fãs alucinados. Concurso, consultório, cassino em Las Vegas. Um filho, dois enteados, trigêmeos. Amor pra inundar a alma. Paisagens pra fotografar a felici
vidaPisou na bola. Te deixou de escanteio. Deu o bolo. Puxou o tapete. Furou o olho. Te traiu com o seu melhor amigo. Falou mal de você nas costas. Prometeu mundos e fundos. Jogou sua confiança no lixo. Levantou os ombros. Cantou “tô nem aí”. “Tomou Doril. Sumiu.” Decepção. Cão. Pitbull em forma de emoção.
MãesPensar que ontem você era um grande sonho dentro de mim. Grãozinho de arroz, coração batendo junto do meu. Tanto tempo de espera, eu já me vendo estéril, grávida de esperança. Pensar que ontem você dançava balé dentro de mim, fazendo acrobacias e pedindo bis. Pensar que ontem você era uma recém-punkezinha de cabelo espetado, sorrisos pro vento e braveza de madrugada. Pensar que ontem já é hoje, apressado esse tempo. E que três anos se passaram como se passam as páginas de um livro
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