Palavras abraçam. Aproximam. Acolhem. Fazem do silêncio ponte, do coração tradução, da dor um caminho.

Renata Feldman faz das palavras matéria-prima. Seu trabalho é feito de escuta, acolhida, interação, escrita.

Seja no refúgio da psicologia clínica, nos livros publicados ou posts aqui do blog, palavra é preciosidade.

Entre, aconchegue-se e fique à vontade. É uma alegria dividir este espaço com você.

Flor decorativa

Pausa pra pensar na vida.

Vida com todas as letras, dores, amores, escolhas, emoções e imperfeições.

Vida cheia de encontros e desencontros, medo e coragem, partida e chegada.

A vida cabe num blog.

Luz, câmera, emoção.

Um cantinho especial do blog inspirado pelo cinema, teatro, literatura, arte. Posts que emocionam e fazem pensar.

Convite

Faça deste blog um espaço seu. Para rir, chorar, pensar, interagir.

Seus comentários são muito bem-vindos. Obrigada pela visita e volte sempre!

NamoradosAmor

Namorados

  Gato Malhado e Andorinha Sinhá. Popeye e Olívia Palito. Romeu e Julieta. Donald e Margarida. Shrek e Fiona. Princesas e sapos. Rodin e Camille. Eduardo e Mônica. Renata e André. Pedro e Luísa. Marcelo e Aline. Cris e Christian. Luis e Diego. Sara e Amanda. Gustavo e Alessandra. Fernanda e Marcelo. Hugo e Selma. Luciene e Adilson. Ana Carla e Fernando. Thiago e Antônio. Joaquim e Cecília. Mariana e Vanessa. Debie e Robson. Rômulo e Carol. Cláudio e Isabela. Thaís e mistério. Sandra e Sérgi

12 de jun. de 2015Ler mais →
Amanhecer (ser)vida

Amanhecer (ser)

Deixa nascer o sol. Amanhecer estrelas. Rascunho de poesia na areia. Bem-me-viu. Bem-querer. Bem-viver. O que você vai ser quando crescer? Derrama vida da janela. Sinfonia de aquarela. Repousa Deus nos olhos meus. Quando amanhecer, vai ser. Beija-flor. Rainha em Angra dos Reis. Safári no fundo do mar. Travessia longínqua de amor. Ah, se eu pudesse voltar no tempo… Nasceria tudo outra vez.

6 de jun. de 2015Ler mais →
LigaçãoFamília

Ligação

O telefone toca, a Bella atende. – Alô. (…) Ei, vovô! (…) – Não, ontem eu não fui num aniversário. Foi só a mamãe que foi, da amiga dela. (…) – Mãe, o vovô tá perguntando se você trouxe “lembrancinha” da festa pra ele. – Não, filha, fala pra ele que foi aniversário de gente grande… (…) – Ele tá perguntando se vai ter pipoca hoje no jogo do Galo. – Fala que vai, doce e salgada. Fim da ligação. De uma ligação que não vai terminar nunca, eu sei. E lá vem a Bella filosofan

24 de mai. de 2015Ler mais →
A quatro mãosAmor

A quatro mãos

Domingo de manhã, friozinho de maio. Pai e filho acordam cedo para um programa há muito tempo sonhado, trabalhado, curtido: corrida de carrinhos de rolimã! (Disney é pouco.) Mãe e filha, com um pouco mais de vagareza, própria do dia, mas sem tirar os olhos do relógio, tomam um táxi e vão até a Fundação de Educação Artística assistir a um recital de piano. No programa, obras do talentoso compositor Ronaldo Miranda. No palco, musicistas apaixonados pelo seu ofício, com destaque para uma pianis

20 de mai. de 2015Ler mais →
"Palavrinha mágica"Filhos

"Palavrinha mágica"

Olho para mim e te vejo, mãe. Muito além da porção genética que nos confirma, muito além do jeito, do sobrenome, da escrita, da profissão que escolhi amar; muito além de tudo o que nos torna tão iguais, tão afins, vejo você através do amor que me atravessa. Não é pouco. É lindo e tenro e enorme desde sempre; desde o dia em que você me tomou no colo e seu choro de emoção encontrou o meu, choro assustado de quem acabou de nascer. Impossível não ver. Daí em diante nasceram tantas outras coisas –

9 de mai. de 2015Ler mais →
Problemas caminhamAmor

Problemas caminham

– “Hoje foi duro levantar da cama.” – “Cama, mesa e banho.” – “Tudo bem?” – “Zen. Ando meditando.” – “Uma falta de assunto danado.” – “Tô correndo atrás.” – “Ganhou uma rasteira.” – “Ri da minha barriga doer.” – “Quando é que vai nascer?” Parece conversa de doido mas é uma pista de cooper. Diálogos entrecortados, cruzados, arfantes, logo que a vida diz bom dia. Casais caminhando colados, de mãos dadas. Vizinhos ofegantes. Pai e filha. Bengala e sorriso. Namorados. Futuros

2 de mai. de 2015Ler mais →
Tristeza, pura e simplesmentevida

Tristeza, pura e simplesmente

Coisa mais fora de moda essa tal de tristeza. Hoje em dia o chique é ter depressão, se afundar dez palmos abaixo do chão, cair de cama, fazer greve de fome. Tristeza a gente sente e pronto. De uma simplicidade que dispensa prontuário médico, bula de remédio, maca ou motivo. Sem maiores explicações ela chega e se instala calada, fazendo barulho no coração. Sem ser convidada ela chega de mansinho, sem alarde ou alarme, sem o charme que a alegria tem. Apenas entra, fica, adormece e se

22 de abr. de 2015Ler mais →
Menos, CinderelaAmor

Menos, Cinderela

Vem da última produção da Disney minha inspiração para você. Você, que transformaria uma abóbora em um delicioso caldo com alecrim, calabresa e gengibre. (Não esqueça a pimenta.) Você, que trocaria fácil um sapatinho de cristal por uma rasteirinha de swarovski e um creme de massagem para os pés. (Não esqueça de apagar a luz.) Você, que dançaria horas com o príncipe mais charmoso do reino sabendo que ele tem o poder especial de virar sapo. É fato. Não que eu queira desencantar o conto de fadas,

18 de abr. de 2015Ler mais →
Pausa para comemorarTrabalho

Pausa para comemorar

Brigadeiro, ele e ela, olho de sogra, bem-casado, sinfonia de chocolate, pão de mel, amor em pedaços. O blog faz 6 anos e você faz de conta que este post é uma festa. Aceita uma palavra, uma estrofe, rima ou poesia? Cadinho de afeto, emoção, refúgio, reflexão? Sirva-se à vontade. Expresse o que vai aí no coração. Pausa para  olhar pra dentro, aconchegar o tempo, acender velas. O blog faz 6 anos e você faz parte. Sua presença é um presente desde sempre. Muito obrigada.

7 de abr. de 2015Ler mais →
Mãos ao altoFilhos

Mãos ao alto

Ela é apenas uma criança. Sem entender, sem merecer, sem paz, sem infância. Assustada. Triste. Recuada. Refugiada na aridez da guerra e da dor. Sem teto, sem casa, sem chão, sem refúgio. Ela é Hudea, uma menina síria de 4 anos. Ele é Osman, fotógrafo turco, autor da imagem que comoveu o mundo através da sua lente de telefoto. Atravessando o medo, obedecendo ao conflito, a criança confundiu a câmera com o cano de uma arma. Habituada à violência, à ameaça, ao terror e à falta, ela

2 de abr. de 2015Ler mais →
"A teoria de tudo"Amor

"A teoria de tudo"

As luzes se acenderam. O letreiro subiu. O lenço encharcou. Saí do cinema mas o filme não saiu de dentro de mim. “A Teoria de tudo” coloca em prática a temática que nos acompanha desde sempre: o tempo, este inexorável e (nem sempre) tenro senhor. Que horas são? O que você fez hoje? E ontem? Como tem passado? Quando nasceu? Quando morrerá?  O que fará nos próximos meses, anos, décadas a fio? Vazio. Páginas em branco para você preencher como quiser, puder e sonhar. Não tão simples assim

20 de mar. de 2015Ler mais →
Greve de siAmor

Greve de si

Ele cresceu mas continuou com medo de escuro. Onde se lê “escuro” leia-se exame de rua, homossexualidade velada, entrevista de emprego, hipocondria. E assim ele cresceu, enxergando monstros na maçaneta e fantasmas disfarçados de cortina. Faz sol lá fora mas dentro dele neva. Berra. Céu frio, nublado, concerto fúnebre, auge da hipotermia. Tantos convites, coloridos cenários, dentro dele goteira: um fio de coragem desbotada. Se ao menos pudesse voar. Visitar um outro planeta. Se a

12 de mar. de 2015Ler mais →

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