AmorRouquidão
Para quem acredita em leitura corporal, anota aí: “voz rouca é vontade de namorar.” (…) É, o amor deixa mesmo a gente sem voz.
Palavras abraçam. Aproximam. Acolhem. Fazem do silêncio ponte, do coração tradução, da dor um caminho.
Renata Feldman faz das palavras matéria-prima. Seu trabalho é feito de escuta, acolhida, interação, escrita.
Seja no refúgio da psicologia clínica, nos livros publicados ou posts aqui do blog, palavra é preciosidade.
Entre, aconchegue-se e fique à vontade. É uma alegria dividir este espaço com você.
Pausa pra pensar na vida.
Vida com todas as letras, dores, amores, escolhas, emoções e imperfeições.
Vida cheia de encontros e desencontros, medo e coragem, partida e chegada.
A vida cabe num blog.
Um cantinho especial do blog inspirado pelo cinema, teatro, literatura, arte. Posts que emocionam e fazem pensar.
Faça deste blog um espaço seu. Para rir, chorar, pensar, interagir.
Seus comentários são muito bem-vindos. Obrigada pela visita e volte sempre!
AmorPara quem acredita em leitura corporal, anota aí: “voz rouca é vontade de namorar.” (…) É, o amor deixa mesmo a gente sem voz.
vidaEm tempos de gripe suína, aviária e humana, aí vai uma dica que funcionou muito comigo: chá de hortelã (com folhas fresquinhas, é claro) para descongestionar até a alma, e chá de hortelã com gengibre para dar aquela aliviada na garganta. Deixe ferver por alguns minutos, escolha a xícara mais bonita e aproveite o friozinho debaixo das cobertas!…
Família“Dentro de cada pessoa tem um cantinho escondido… Decorado de saudade….” Deliciosa essa música da Marisa Monte. E verdadeira também. Se você olhar pra dentro de você, também vai encontrar um cantinho escondido. Ou escancarado, talvez. Quem sabe arejado? Florido? Já sei: um cantinho trancado a sete chaves… Eu tenho um cantinho iluminado. Saudade de vó, sabe o que é isso? Vó que rima com xodó e pão-de-ló. Vó que é mãe com açúcar, abraço de urso, amor pra toda vida. Quando ela morreu, eu tinha
FilhosO Léo é louco pela Bella. Abraça, pega no colo, cuida, protege, quer fazer tudo com ela. Mas ontem, enquanto ele foi ao banheiro, a espuletinha jogou pelos ares o tabuleiro do seu jogo Lince com todas aquelas centenas de pecinhas coloridas. Sem perder a “classe”, muito calmo por sinal, chega o Léo com a pergunta que não quer calar: “O que é que a mini-coisinha, etezinha, monstrinha fez?” Metade de mim era vontade de rir. A outra metade deve ter demonstrado, de leve, uma “mini-repreensão” aos “
FamíliaSabe aqueles filmes que tocam fundo na alma da gente? Foi assim que “A Partida” me tocou. Singular, emocionante, imperdível. Não é à toa que ganhou o Oscar de melhor filme estrangeiro. Resumindo a ópera: um violoncelista se vê desempregado quando a orquestra em que atua é dissolvida, e acaba encontrando uma nova e insólita profissão: “acondicionador” de corpos em caixões, o que também envolve a árdua tarefa de lavar, maquiar e vestir aquele(a) que morreu. Você deve estar torcendo o nariz, se p
Evitando maiores crises de ciúmes, publico aqui também o meu carinho e orgulho pelos alunos do 4º período, igualmente cheios de empenho e boas idéias. Vocês vão longe!
Acabo de sair do auditório da faculdade, onde meus alunos do 5º período apresentaram o trabalho final: campanhas publicitárias para clientes reais como Melissa, Aymoré, Adidas, Seda e Estrela. Dá um orgulho danado ver estes meninos virando gente grande, ensaiando seus primeiros passos, descobrindo o talento que existe dentro de cada um. O mercado não perde por esperar.
AmorNo último sábado dei uma entrevista no MGTV para falar de um assunto “cabeludo”, mas que anda arrancando o cabelo de muita gente: ciúmes. Falei sobre o ciúmes saudável (aquele temperinho que faz parte, mas não pode virar “pimenta”…) Falei do ciúmes como sinalizador do amor – aquele que surge quando a relação está bem “arroz com feijão”, exatamente para mostrar que o amor ainda existe… Falei do ciúmes entre irmãos (Caim e Abel que o digam), entre mãe e filha, patroa e babá… Quando
Não é à toa que depressão termina com ÃO – palavra no aumentativo, grande o suficiente para aumentar a dor, a tristeza, a vontade de não levantar da cama. Se você colocar um N na frente do ÃO, vira NÃO: não ao riso, não ao amor, não ao trabalho, não aos amigos, não à vida. A boa notícia é que além do não tem o SIM: sim ao sol, à rua, à cura e à transformação. Sim senhor.
AmorPara os que estão pegando. Para os que estão apegando. Para os que estão amando apesar de tudo. Para os que estão se reencontrando. Para os que estão comprando, comprando, comprando. Para os que estão se declarando. Para os que estão buscando. Para os que estão se apaixonando. Feliz Dia dos Namorados do seu jeito. Porque como já dizia Caetano, “Qualquer maneira de amor vale a pena. Qualquer maneira de amor vale amar.”
De uma querida sobrinha minha de 15 anos: “Pegar pode. Não pode é apegar.”
Supermercado. Escaldapé. Massagem. Cinema com pipoca. Conhecer novas paisagens. Dormir depois do almoço. Chocolate quente. Gavetas arrumadas, cada coisa no seu lugar. O que é terapêutico para você?
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